O Ministério Público Federal
(MPF) apresentou nesta quarta-feira (12) manifestação no processo que investiga
a prefeita de Areia, Sílvia César Farias da Cunha Lima, por supostas
irregularidades cometidas durante as eleições de 2024.
A defesa da prefeita alega que se
trata de uma tese eleitoreira e que está confiante em provar a inocência da
prefeita. "Nós sabemos, cremos e esperamos que não vá haver uma cassação
da prefeita, sendo necessariamente julgado de desprovidos de recursos",
afirma o advogado Rodrigo Rabello.
Já a prefeita Silvia Cunha Lima
afirmou que segue com a consciência tranquila de que não foi praticada nenhuma
ilegalidade e que existe vasto material nos autos que comprova sua inocência.
O órgão pede a cassação dos
diplomas da prefeita e do vice-prefeito, Luiz Francisco dos Santos Neto, além
da inelegibilidade por oito anos dos principais envolvidos De acordo com a
manifestação do MPF, há provas suficientes de captação ilícita de votos, abuso
de poder político e econômico e uso indevido da máquina pública.
O MPF aponta ainda outros
elementos que reforçam o abuso de poder, como o aumento anormal das despesas
com combustível, o crescimento expressivo de servidores contratados no ano
eleitoral e a mistura de alimentos da merenda com itens adquiridos em licitação,
indicando improviso e finalidade eleitoral.

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