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23 setembro 2026

Pesquisa Quaest: Lucas tem 49%, Efraim 16%, Cícero 15% e disputa pelo Governo do Estado pode ser decidida no 1º turno


O Instituto Quaest divulgou, nesta terça-feira (22), a segunda rodada de sondagens com as intenções de voto para o Governo do Estado da Paraíba. Os números foram divulgados pela Rede Paraíba de Comunicação.

 

No cenário de intenção de voto estimulado, quando o entrevistado é informado sobre nome e partido de todos os candidatos, o candidato Lucas Ribeiro (Progressistas) tinha 38% das intenções de voto na pesquisa de agosto e agora tem 49%. Com a margem de erro, pode ter entre 46% e 52%.

 

Depois dele aparece o candidato Efraim Filho, do PL. De acordo com a Quaest, Efraim Filho tinha 18% em agosto e agora aparece com 16%. Com a margem de erro, pode ter entre 13% e 19%.

 

Já o candidato Cícero Lucena (MDB) tinha 19% das intenções de voto em agosto e agora tem 15%. Com a margem, pode ter entre 12% e 18%. Efraim Filho e Cícero Lucena estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro.

 

Além dos três, a Quaest também aferiu as intenções de voto dos demais candidatos que disputam o Governo.

 

O candidato Pedro Coutinho (DC) tinha 2% e agora tem 1%, podendo chegar a 4% com a margem. Já Camilo Duarte (PCO) tinha 1% e agora não pontuou. Yuri Ezequiel (UP) segue sem pontuar, conforme o levantamento.

 

Segundo a Quaest, 12% dos eleitores estavam indecisos na última rodada, em agosto; e agora esse número permanece em 12%. Já 10% votariam em branco ou nulo, ou não votariam em agosto. Agora, são 7%.


Pelos números da pesquisa, existe um cenário matematicamente compatível com uma vitória no primeiro turno. Se fizermos a conversão proporcional para votos válidos, os 49% de Lucas equivaleriam a aproximadamente 60,5% dos votos válidos.

 

A pesquisa coloca Lucas Ribeiro em uma posição numérica que, se fosse reproduzida nas urnas entre os votos válidos, seria suficiente para evitar o segundo turno. Mas ainda não é possível afirmar que a eleição será decidida no primeiro turno.

 

Isso porque ainda existem eleitores indecisos e eleitores que podem mudar de posição. A própria pesquisa indica que 74% dizem ter uma escolha definitiva, enquanto 25% admitem que ainda podem mudar o voto.


Com informações do Jornal da Paraíba

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