O ex-senador e empresário
Raimundo Lira foi homenageado durante a abertura da Confep 2026 (Congresso e
Feira de Oportunidades para Municípios do Estado da Paraíba), em Campina Grande,
ocasião em que, falando de forma serena, mas de grande peso simbólico, descartou
retorno à vida partidária, deixando claro, porém, que já tem uma definição para
o Senado: seu voto é em João Azevêdo.
A declaração chama atenção porque
parte de um nome que, mesmo fora das disputas diretas, ainda carrega densidade
política, história administrativa e influência nos bastidores. Raimundo Lira
até faz questão de reduzir o próprio peso eleitoral, mas sua palavra continua
tendo valor num ambiente onde gesto, sinal e silêncio também contam muito.
Se para o Senado o ex-senador já
fala com clareza, para o Governo da Paraíba ele ainda prefere a cautela.
Raimundo Lira reconheceu qualidades nos principais nomes postos no tabuleiro e
indicou que ainda está avaliando seu posicionamento entre Cícero Lucena, Efraim
Filho e Lucas Ribeiro.
Lira exerceu mandato no Senado Federal entre 2015 e 2019, após assumir a vaga deixada por Vital do Rêgo Filho, que foi nomeado ministro do Tribunal de Contas da União e, embora afirme que não quer voltar à vida partidária, os bastidores, cresce a possibilidade de que ele venha a ocupar a suplência na eventual candidatura ao Senado do governador João Azevêdo.
A movimentação é vista como uma alternativa que reforça a segurança política da chapa, além de ampliar o leque de apoios. Embora ainda não haja confirmação oficial, o cenário indica que seu nome voltou a ser considerado com força nas discussões internas.
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